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	<title>CAFÉ DOSTOIÉVSKI</title>
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	<description>Um bom lugar para se tomar um café</description>
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		<title>Unioeste &#8211; PR oferece 4 vagas para Agente Universitário na área de Libras</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está com inscrições abertas desde o dia 8 de fevereiro para o 1º Processo Seletivo Simplificado Especial de 2012 com quatro vagas para Agente Universitário na área de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Do total de vagas, duas são para atuação no campus de Cascavel, uma para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está com inscrições abertas desde o dia 8 de fevereiro para o 1º Processo Seletivo Simplificado Especial de 2012 com quatro vagas para Agente Universitário na área de Língua Brasileira de Sinais (Libras).</p>
<p>Do total de vagas, duas são para atuação no campus de Cascavel, uma para Francisco Beltrão e outra para Toledo. Os profissionais contratados deverão desenvolver a função de Intérprete de Libras e receberão o salário de R$ 2.237,34 em jornadas de 40 horas semanais.</p>
<p>Para concorrer, o candidato deverá ter Graduação em Bacharelado em Letras/Libras, ou em qualquer área de Formação Superior com certificação Prolibras para tradução e interpretação de Libras na modalidade de ensino superior, ou certificação de tradutor e interprete obtida pela Feneis ou certificação comprovada de no mínimo 360 horas de cursos de Libras.</p>
<p>As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 14 de fevereiro, na Seção de Recursos Humanos dos campi da Cascavel, Francisco Beltrão ou Toledo, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.</p>
<p>Saiba mais <a href="http://www.pciconcursos.com.br/noticias/unioeste-pr-oferece-4-vagas-para-agente-universitario-na-area-de-libras" target="_blank">aqui</a>.</div>
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		<title>Cópia Fiel</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bubniak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Café Dostoiévski]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Profundidade e naturalidade na medida certa Em Cópia Fiel, Abbas Kiarostami propõe um autêntico exercício de aprimoramento estético e intelectual Tiago Luiz Bubniak tiagoluizb@ig.com.br “Se fôssemos mais tolerantes com as fraquezas alheias seríamos menos sozinhos”. O que pode ser interpretado como algo óbvio, uma simples frase pronta, ganha sentido especial no contexto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><a href="http://www.cafedostoievski.info/2012/02/copia-fiel/copiafiel-4/" rel="attachment wp-att-797"><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 531px"><a href="http://www.cafedostoievski.info/2012/02/copia-fiel/copiafiel-7/" rel="attachment wp-att-800"><img class="size-full wp-image-800" src="http://www.cafedostoievski.info/wp-content/uploads/copiafiel6.jpg" alt="" width="521" height="755" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz do filme em espanhol: dentro do contexto de um museu, o banal do cotidiano ganha status de arte. Para o cinema iraniano, o trivial do dia a dia é fonte para se destilar poesia, beleza e filosofia com palavras e imagens</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Profundidade e naturalidade na medida certa</span></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Em </span><span style="font-size: medium"><em>Cópia Fiel</em></span><span style="font-size: medium">, Abbas Kiarostami propõe um autêntico exercício de aprimoramento estético e intelectual</span></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="RIGHT"><span style="font-size: medium">Tiago Luiz Bubniak</span></p>
<p align="RIGHT"><span style="font-size: medium">tiagoluizb@ig.com.br</span></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">“<span style="font-size: medium">Se fôssemos mais tolerantes com as fraquezas alheias seríamos menos sozinhos”. O que pode ser interpretado como algo óbvio, uma simples frase pronta, ganha sentido especial no contexto em que aparece no filme </span><span style="font-size: medium"><em>Cópia Fiel</em></span><span style="font-size: medium">, de Abbas Kiarostami. Reflexões sobre “contexto”, aliás, não faltam nesta obra do diretor iraniano em que um casal se conhece no interior da Itália. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Num primeiro momento, o filme mostra as reflexões filosóficas entre os protagonistas. De um lado, está James Miller, renomado professor inglês (interpretado por William Shimell) que vai à região da Toscana para proferir palestra sobre o lançamento em livro do seu ensaio premiado. São análises a respeito da relação existente entre a cópia e o original no mundo artístico. De outro lado está a francesa Elle (vivida por Juliette Binoche), dona de uma galeria de arte, que há anos vive em terras italianas. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Tendo como inspiração o ensaio do professor, um dos longos diálogos iniciais mostrado durante uma viagem de carro por lindas paisagens da Itália fala sobre a importância que as pessoas dão às coisas dependendo do&#8230; contexto. O trivial, no cotidiano, é ignorado. Mas se essa mesma trivialidade é inserida em um museu, por exemplo, ganha </span><span style="font-size: medium"><em>status</em></span><span style="font-size: medium"> de algo especial. O ambiente do museu, “templo da estética”, faz com que as pessoas mudem a percepção sobre o que veem nele exposto. Mesmo que esse objeto em exposição seja, por exemplo, uma coca-cola (O próprio cinema iraniano, em si, está diretamente ligado às reflexões neste sentido. Para a sétima arte produzida no Irã, o trivial do dia a dia é fonte para se destilar poesia, beleza e filosofia com palavras e imagens).</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Em seu conjunto, a conversa lembra muito o texto clássico </span><span style="font-size: medium"><em>A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica</em></span><span style="font-size: medium">, do filósofo Walter Benjamin, leitura obrigatória para estudantes de comunicação. No ensaio, Benjamin defende que a obra de arte original perde seu encanto, sua “aura”, diante da possibilidade de ser indefinidamente reproduzida. Mas paremos por aqui com as explicações acadêmicas. Até porque o filme de Kiarostami é fortemente ancorado na simplicidade. Se o diálogo dos protagonistas, inicialmente, é marcado por passeios filosóficos mais profundos, as situações pelas quais eles passam são as mais naturais possíveis: uma curta viagem de carro, a visita a um museu, uma conversa regada a café. Aliás, o próprio material de divulgação do filme avisa: “Esta é uma história comum. Poderia acontecer com qualquer um. Em qualquer lugar”. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">No entanto, a naturalidade é quebrada mais adiante e traz revelações para o espectador. O roteiro suavemente altera seu rumo de modo a compor um bloco radicalmente diferente do até então mostrado. As reflexões passam a focalizar os relacionamentos conjugais. Mencionar mais aqui representa comprometer as surpresas. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: medium">Kiarostami expõe diante de nossos sentidos um saudável equilíbrio entre profundidade, simplicidade e naturalidade que dão ao filme um valor bastante especial. Profundidade nas reflexões, simplicidade nas situações e naturalidade no desenrolar de toda a história. São elementos típicos do cinema iraniano. Para quem gosta única e exclusivamente de adaptações de histórias em quadrinhos, comédias românticas ou outras produções </span><span style="font-size: medium"><em>à la </em></span><span style="font-size: medium">Hollywood, </span><span style="font-size: medium"><em>Cópia Fiel </em></span><span style="font-size: medium">é simplesmente intragável. Mas quem ama a sétima arte de modo geral e, portanto, demonstra interesse também pelo cinema alternativo, o filme revela-se uma experiência bastante prazerosa, um verdadeiro exercício de aprimoramento estético e intelectual. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="JUSTIFY">
]]></content:encoded>
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		<title>Operário em Construção</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 03:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinicius de Moraes Era ele que erguia casas Onde antes só havia chão. Como um pássaro sem asas Ele subia com as casas Que lhe brotavam da mão. Mas tudo desconhecia De sua grande missão: Não sabia, por exemplo Que a casa de um homem é um templo Um templo sem religião Como tampouco sabia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Vinicius de Moraes</strong></p>
<p>Era ele que erguia casas<br />
Onde antes só havia chão.<br />
Como um pássaro sem asas<br />
Ele subia com as casas<br />
Que lhe brotavam da mão.<br />
Mas tudo desconhecia<br />
De sua grande missão:<br />
Não sabia, por exemplo<br />
Que a casa de um homem é um templo<br />
Um templo sem religião<br />
Como tampouco sabia<br />
Que a casa que ele fazia<br />
Sendo a sua liberdade<br />
Era a sua escravidão.</p>
<p>De fato, como podia<br />
Um operário em construção<br />
Compreender por que um tijolo<br />
Valia mais do que um pão?<br />
Tijolos ele empilhava<br />
Com pá, cimento e esquadria<br />
Quanto ao pão, ele o comia…<br />
Mas fosse comer tijolo!<br />
E assim o operário ia<br />
Com suor e com cimento<br />
Erguendo uma casa aqui<br />
Adiante um apartamento<br />
Além uma igreja, à frente<br />
Um quartel e uma prisão:<br />
Prisão de que sofreria<br />
Não fosse, eventualmente<br />
Um operário em construção.</p>
<p>Mas ele desconhecia<br />
Esse fato extraordinário:<br />
Que o operário faz a coisa<br />
E a coisa faz o operário.<br />
De forma que, certo dia<br />
À mesa, ao cortar o pão<br />
O operário foi tomado<br />
De uma súbita emoção<br />
Ao constatar assombrado<br />
Que tudo naquela mesa<br />
– Garrafa, prato, facão –<br />
Era ele quem os fazia<br />
Ele, um humilde operário,<br />
Um operário em construção.<br />
Olhou em torno: gamela<br />
Banco, enxerga, caldeirão<br />
Vidro, parede, janela<br />
Casa, cidade, nação!<br />
Tudo, tudo o que existia<br />
Era ele quem o fazia<br />
Ele, um humilde operário<br />
Um operário que sabia<br />
Exercer a profissão.</p>
<p>Ah, homens de pensamento<br />
Não sabereis nunca o quanto<br />
Aquele humilde operário<br />
Soube naquele momento!<br />
Naquela casa vazia<br />
Que ele mesmo levantara<br />
Um mundo novo nascia<br />
De que sequer suspeitava.<br />
O operário emocionado<br />
Olhou sua própria mão<br />
Sua rude mão de operário<br />
De operário em construção<br />
E olhando bem para ela<br />
Teve um segundo a impressão<br />
De que não havia no mundo<br />
Coisa que fosse mais bela.</p>
<p>Foi dentro da compreensão<br />
Desse instante solitário<br />
Que, tal sua construção<br />
Cresceu também o operário.<br />
Cresceu em alto e profundo<br />
Em largo e no coração<br />
E como tudo que cresce<br />
Ele não cresceu em vão<br />
Pois além do que sabia<br />
– Exercer a profissão –<br />
O operário adquiriu<br />
Uma nova dimensão:<br />
A dimensão da poesia.</p>
<p>E um fato novo se viu<br />
Que a todos admirava:<br />
O que o operário dizia<br />
Outro operário escutava.</p>
<p>E foi assim que o operário<br />
Do edifício em construção<br />
Que sempre dizia sim<br />
Começou a dizer não.<br />
E aprendeu a notar coisas<br />
A que não dava atenção:</p>
<p>Notou que sua marmita<br />
Era o prato do patrão<br />
Que sua cerveja preta<br />
Era o uísque do patrão<br />
Que seu macacão de zuarte<br />
Era o terno do patrão<br />
Que o casebre onde morava<br />
Era a mansão do patrão<br />
Que seus dois pés andarilhos<br />
Eram as rodas do patrão<br />
Que a dureza do seu dia<br />
Era a noite do patrão<br />
Que sua imensa fadiga<br />
Era amiga do patrão.</p>
<p>E o operário disse: Não!<br />
E o operário fez-se forte<br />
Na sua resolução.</p>
<p>Como era de se esperar<br />
As bocas da delação<br />
Começaram a dizer coisas<br />
Aos ouvidos do patrão.<br />
Mas o patrão não queria<br />
Nenhuma preocupação<br />
– “Convençam-no” do contrário –<br />
Disse ele sobre o operário<br />
E ao dizer isso sorria.</p>
<p>Dia seguinte, o operário<br />
Ao sair da construção<br />
Viu-se súbito cercado<br />
Dos homens da delação<br />
E sofreu, por destinado<br />
Sua primeira agressão.<br />
Teve seu rosto cuspido<br />
Teve seu braço quebrado<br />
Mas quando foi perguntado<br />
O operário disse: Não!</p>
<p>Em vão sofrera o operário<br />
Sua primeira agressão<br />
Muitas outras se seguiram<br />
Muitas outras seguirão.<br />
Porém, por imprescindível<br />
Ao edifício em construção<br />
Seu trabalho prosseguia<br />
E todo o seu sofrimento<br />
Misturava-se ao cimento<br />
Da construção que crescia.</p>
<p>Sentindo que a violência<br />
Não dobraria o operário<br />
Um dia tentou o patrão<br />
Dobrá-lo de modo vário.<br />
De sorte que o foi levando<br />
Ao alto da construção<br />
E num momento de tempo<br />
Mostrou-lhe toda a região<br />
E apontando-a ao operário<br />
Fez-lhe esta declaração:<br />
– Dar-te-ei todo esse poder<br />
E a sua satisfação<br />
Porque a mim me foi entregue<br />
E dou-o a quem bem quiser.<br />
Dou-te tempo de lazer<br />
Dou-te tempo de mulher.<br />
Portanto, tudo o que vês<br />
Será teu se me adorares<br />
E, ainda mais, se abandonares<br />
O que te faz dizer não.</p>
<p>Disse, e fitou o operário<br />
Que olhava e que refletia<br />
Mas o que via o operário<br />
O patrão nunca veria.<br />
O operário via as casas<br />
E dentro das estruturas<br />
Via coisas, objetos<br />
Produtos, manufaturas.<br />
Via tudo o que fazia<br />
O lucro do seu patrão<br />
E em cada coisa que via<br />
Misteriosamente havia<br />
A marca de sua mão.<br />
E o operário disse: Não!</p>
<p>– Loucura! – gritou o patrão<br />
Não vês o que te dou eu?<br />
– Mentira! – disse o operário<br />
Não podes dar-me o que é meu.</p>
<p>E um grande silêncio fez-se<br />
Dentro do seu coração<br />
Um silêncio de martírios<br />
Um silêncio de prisão.<br />
Um silêncio povoado<br />
De pedidos de perdão<br />
Um silêncio apavorado<br />
Com o medo em solidão.</p>
<p>Um silêncio de torturas<br />
E gritos de maldição<br />
Um silêncio de fraturas<br />
A se arrastarem no chão.<br />
E o operário ouviu a voz<br />
De todos os seus irmãos<br />
Os seus irmãos que morreram<br />
Por outros que viverão.<br />
Uma esperança sincera<br />
Cresceu no seu coração<br />
E dentro da tarde mansa<br />
Agigantou-se a razão<br />
De um homem pobre e esquecido<br />
Razão porém que fizera<br />
Em operário construído<br />
O operário em construção.</p>
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		<title>#Comentário</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As instituições (escola, igrejas, bancos, indústrias&#8230;) estão presas em algo como&#8230; Uma espécie de pensamento &#8220;único&#8221; com suas leis criadas para atender seus interesses, onde o governo, parte temporária do Estado legaliza suas ações sobre a coletividade. Em muitas câmaras não há mais oposição e as oposições existentes ficam com pouca força por que elas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">As instituições (escola, igrejas, bancos, indústrias&#8230;) estão presas em algo como&#8230; Uma espécie de pensamento &#8220;único&#8221; com suas leis criadas para atender seus interesses, onde o governo, parte temporária do Estado legaliza suas ações sobre a coletividade.</p>
<p>Em muitas câmaras não há mais oposição e as oposições existentes ficam com pouca força por que elas não fazem parte desse pensamento &#8220;único&#8221;. É uma ditadura sutil, &#8220;diplomática&#8221; que atinge o direito de ir e vir e esses que controlam o rumo da coletividade fazem da política um jogo de denúncias e trocas ministeriais, engessando as engrenagens da máquina administrativa, apresentando à sociedade uma administração instável com a queda de braços entre governo e oposição&#8230;</p>
<p>Certo que quem não cumpre com competência o seu cargo não deve permanecer no cargo, por outro lado quando é apresentado à sociedade um governo a esse nível aos olhos do coletivo interno ou internacional, surge a imagem de uma, como eu já disse, máquina engessada e vulnerável. Isso é bom para a oposição que almeja o poder e quando esta o alcança vai praticar os mesmos atos, mostrando ao povo que está &#8220;trabalhando&#8221; para manter a integridade nacional.</p>
<p>O poder é um bolo que a gula não sacia a fome!</p>
<p><b>Éder</b>.</div>
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		<title>Rebel Manifesto</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 21:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que a Volkswagen saia do lado negro da Força e dê uma chance ao nosso planeta. Visite o site, junte-se aos outros e veja a segunda parte do vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><iframe width="500" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/nXndQuvOacU?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Para que a Volkswagen saia do lado negro da Força e dê uma chance ao nosso planeta.</p>
<p>Visite o <a href="http://vwdarkside.com/br">site</a>, junte-se aos outros e veja a segunda parte do vídeo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Papéis e Atores</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebi de uma grande atriz, Arlete Salles, uma mensagem lembrando que, ao classificar como ator um ministro mentiroso, eu ofendia a classe artística. Ela teria razão caso não tivéssemos em mente que as artes foram engendradas pela vida e não o contrário. Como diz Ferreira Gullar: a vida não é suficiente (e por isso precisamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Recebi de uma grande atriz, Arlete Salles, uma mensagem lembrando que, ao classificar como ator um ministro mentiroso, eu ofendia a classe artística. Ela teria razão caso não tivéssemos em mente que as artes foram engendradas pela vida e não o contrário. Como diz Ferreira Gullar: a vida não é suficiente (e por isso precisamos das artes).</p>
<p>A &#8220;vida real&#8221;, com seus papéis (e funções) bem marcados, como o de rei, rainha, bispo, plebeu, pai, mãe, trabalhador, ministro, marido, político, professor etc&#8230; existe como o &#8220;aqui e o agora&#8221; do qual não podemos escapar. Esse foi o &#8220;princípio de realidade&#8221; que simultaneamente desenvolveu a dança, a musica, e toda a dramaturgia que permite ver a vida como ficção: como alguma coisa que permite renascimento, compaixão, redenção e plenitude. No teatro, mente-se quando se representa um papel; mas um ministro mentir, um presidente abusar do seu cargo ou um delegado mandar matar não ocorre num palco onde a peça se repete todo dia e na qual os mortos (que fingem morrer) voltam a viver porque aquilo não é coisa de verdade, mas de novela. No drama, há um inicio, um meio e um fim; mas a vida só termina para os mortos: os que deixam o palco definitivamente.</p>
<p>Insisto em falar de atores e papéis para focalizar um tema fundamental da democracia. A velha oposição entre esquerda e direita acabou; a segmentação petista clássica entre nós, os do bem, e eles, os do mal, liquidou-se com o mensalão e toda essa mentirada ministerial envolvendo as ONGs como indústria. Hoje, o desafio é superar o muro entre transparência e obscuridade; entre o legal e o moral; entre a ética que enobrece e o poder que brutaliza. Entre o estado e a sociedade para fazer com que ambos tenham como referência exclusiva o Brasil como um todo, transcendendo vaidades pessoais e escusos interesses partidários.</p>
<p>Estamos fartos de testemunhar picuinhas do poder, motivos do poder, desculpas e blindagens partidárias do poder que secam oceanos de dinheiro e tornam inimputáveis certas pessoas e cargos. O que dizer quando a presidente decide bater de frente com a sua Comissão de Ética?</p>
<p>Queremos uma coletividade integrada e íntegra. Nela, o Estado fala com a sociedade por meio de uma maquina administrativa, guiando-a nos seus projetos e conflitos; mas ele também ouve a sociedade quando ela quer legislações (Ficha Limpa, por exemplo), deseja apurar custos e, acima de tudo, quando ele demanda bom-senso.</p>
<p>Queremos que sociedade e estado estejam submetidos a um mesmo código de ética. Não é mais possível conviver com uma máquina estatal cujas engrenagens e atores estão acima do bem e do mal. Não precisamos de pais e mães, exigimos um governo de presidentes, senadores, deputados, governadores, magistrados, prefeitos, procuradores, policiais, ministros e corregedores responsáveis &#8211; conscientes dos seus papéis e enredos.</p>
<p>O Brasil precisa mais de um projeto que integre pessoas e papéis do que de planos mirabolantes e óbvios porque são inexequíveis. Um país rico é, sem dúvida, um país sem pobres e famintos, mas é sobretudo um país no qual as instituições destinadas a liquidar com a indigência e a fome trabalhem com afinco e sejam dirigidas por gente honesta.</p>
<p>Estou falando no deserto? De modo algum. Numa importante entrevista ao jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; (em 28 de novembro), José Eduardo Martins Cardozo, nosso ministro da Justiça, toca em alguns destes pontos com claridade e veemência, quando se refere &#8211; entre outras coisas &#8211; a um alegado conluio das corregedorias. O corporativismo que &#8220;blinda&#8221; e eventualmente produz corrupção nada mais é do que a apropriação pelos atores de papéis que pertencem ao estado e à sociedade à qual ele deveria servir.</p>
<p>O segredo do bom desempenho de um papel está na consciência dos seus limites. Não se pode &#8220;fazer&#8221; Julio Cesar usando um relógio de pulso. O papel não pertence ao ator, mas ao autor e ao drama. Por isso a observação feita pelo ministro Cardozo segundo a qual &#8220;é mais fácil modificar um governo do que uma cultura&#8221; é não somente correta, mas importante como um tema a ser profundamente debatido.</p>
<p>Do mesmo modo, o papel de ministro não é de X, Y ou Z, mas do governo e do Brasil. Todo mundo distingue teatro de política, embora haja teatro na política e vice-versa. Mas quando Hitler manda exterminar judeus ou um governo autoritário persegue opositores, isso não é teatro. No teatro, salvo acidente, ninguém morre de verdade.</p>
<p>Papéis sociais permitem muitas inovações. Mas aqueles que são corporativos e outorgados através de uma investidura (ou investimento &#8211; aquilo que &#8220;veste&#8221; seus ocupantes que não são atores), sobretudo os que são obtidos por nomeação ou eleição competitiva e liberal, esses fazem com seus ocupantes sejam seus &#8220;cavalos&#8221; e não os seus cavaleiros. Numa sociedade de massa, globalizada, na qual a informação circula em tempo real; numa democracia cuja bandeira é liberdade e igualdade, exige-se um mínimo de coerência institucional, e essa coerência é regulada pelo ajustamento entre as demandas dos papéis e as capacidades das pessoas que os ocupam.</p>
<p>A abolição da hereditariedade de papéis públicos é o fato mais básico das democracias modernas. O outro, é a sujeição à regra da lei de todos os seus membros. Não são as pessoas que mandam nos papéis, mas o justo oposto.</p>
<p>Sem distinguir papéis e atores ficamos prisioneiros de maquinações. A pior foi mencionada pelo ministro da Justiça. É, de fato, impossível acabar com a corrupção, desde que não se abandone a luta contra ela. No centro deste combate está a obrigação de não confundir pessoas com papéis.</p>
<p><b>Roberto DaMatta</b> &#8211; O Globo &#8211; 07/12/2011</div>
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		<title>ela colhia margaridas quando eu passei</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 19:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Café Dostoiévski]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[dostoyevski o sosia intelectuais russos mortos palavras do grande inquisidor crime e castigo quantas páginas amarga mágoa pobre pranto tempor que cargas-d\&#8217;água &#8230; uma coisa triste no fundo da sala me disseram que era chopin perante o inexorável céu aceso agregações abióticas espúrias my so called life acabou recordação da casa dos mortos necrologico dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center>dostoyevski o sosia</center></p>
<div align="justify">intelectuais russos mortos<br />
palavras do grande inquisidor<br />
crime e castigo quantas páginas<br />
amarga mágoa pobre pranto tempor que cargas-d\&#8217;água &#8230;</p>
<p>uma coisa triste no fundo da sala me disseram que era chopin<br />
perante o inexorável céu aceso agregações abióticas espúrias<br />
my so called life acabou<br />
recordação da casa dos mortos</p>
<p>necrologico dos desiludidos<br />
quem olha assim até parece fácil acreditar que<br />
porque o ouro quando enterrado solta gases de luz<br />
the joker i shake your groove thing so happy together</p>
<p>nada me demove<br />
a poesia brinde no juizo final<br />
por que chove tanto e você não vem?<br />
poesia vingança &#8220;teia delicada&#8221; nenúfares</p>
<p>vem lá de longe a esperança<br />
barrado no baile<br />
a esperanca é verde como os telegramas<br />
meu irmão pedia perdão aos passaros, parece absurdo</p>
<p><b>OBS:</b> Feito com as pesquisas de janeiro que levaram à páginas da biblioteca, em ordem de mais visitas.</div>
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		<title>Fire Hunter In Eternal Night</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 22:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Sobre Xícaras, Café e Pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 16:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dostoiévski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Café Dostoiévski]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor desconhecido Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo. O professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><b>Autor desconhecido</b></center></p>
<div align="justify">Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.</p>
<p>Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo. O professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras &#8211; de porcelana, plástico, vidro, cristal &#8211; algumas simples, outras caras, outras requintadas. Ofereceu o café aos seus convidados, dizendo a todos para se servirem.</p>
<p>Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:</p>
<p>- Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras&#8230; e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.</p>
<p>Agora pensem nisso:</p>
<p>A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida&#8230; e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos. Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.</p>
<p>Deus côa o café, não as xícaras&#8230;</p>
<p>Saboreie seu café!!!!!</p></div>
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		<title>Tablet, por que ter um??</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 11:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvinei</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas desejam os famosos Tablet, mas antes da compra surge a pergunta. Para que serve? Devo trocar meu notebook por um tablet? Vou realmente utilizá-lo? A propaganda foi grande para o surgimento dos tablets, sendo um revolucionário no mundo móvel. Neste post vamos falar de um equipamento que não é um telefone, mesmo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.cafedostoievski.info/2011/12/tablet-por-que-ter-um/tablet-zte-7-polegadas-620/" rel="attachment wp-att-708"><img class="alignnone size-medium wp-image-708" src="http://www.cafedostoievski.info/wp-content/uploads/tablet-zte-7-polegadas-620-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></center></p>
<p>Muitas pessoas desejam os famosos Tablet, mas antes da compra surge a pergunta. Para que serve? Devo trocar meu notebook por um tablet? Vou realmente utilizá-lo?</p>
<p>A propaganda foi grande para o surgimento dos tablets, sendo um revolucionário no mundo móvel. Neste post vamos falar de um equipamento que não é um telefone, mesmo que possa fazer chamadas de voz usando softwares específicos; não cabe no seu bolso como um celular; não tem o tamanho confortável de um monitor de desktop; não é perfeito para a digitação de textos, mas mesmo assim é um sonho de consumo de grande parte da população.</p>
<p>Os tablets são as geringonças (gadgets) do momento. Muitos acreditam que servem somente para leituras de livros, os chamados e-readers (leitores de livros digitais). Mas eles são muito mais que isso, apresentam <em>n</em> recursos e aplicativos, enquanto os e-readers apenas servem para leitura de jornais, livros e revistas.</p>
<p>Mas afinal, então o que é um tablet e o que você pode fazer com ele?</p>
<p>Um tablet é um computador em forma de prancheta eletrônica, sem teclado e com tela sensível ao toque. Tablets são dispositivos que estão entre smartphones e computadores. Todos os tablets já vem com conexão Wi-Fi e alguns também usam conexão 3G.</p>
<p>O foco dos tablets está no acesso à internet, leitura de e-mail e edição de documentos simples. Outro grande apelo dos tablets são os aplicativos. Esses programas permitem acessar notícias e redes sociais em uma interface mais confortável, entre outras tarefas. Há aplicativos para as mais diversas funções.</p>
<p>É importante ressaltar que um Tablet não é um desktop ou notebook, não tem DVD, teclado ou mouse, tudo é realizado através de <em>touchscreen</em> e grande parte dos aplicativos não são gratuitos, além do limite de espaço que não pode ser trocado, sem falar que muitas vezes não terá comunicação com sua impressora.</p>
<p>Além disso, é também interessante ressaltar as limitações  com a portabilidade. Os Tablets não são tão portáteis como parece. Para levá-lo de um canto ao outro, é preciso carregar uma bolsa estranha ou capa para o aparelho; não é possível colocá-lo no bolso e esquecer que ele está lá.</p>
<p>A um tempo atrás a febre do momento era os chamados Netbooks, algo entre o PC e os notebooks, ninguém sabia para que iria usar, mas mesmo assim todos queriam comprar, talvez para &#8220;fazer moral&#8221; ou mostrar status, assim como hoje são os Tablets.</p>
<p>Enfim, creio que os Tablets vieram para ficar e são os substitutos dos Netbooks, com <em>n</em> novas inovações. Honestamente dúvido que os tablets substituam laptops, desktops ou smartphones em um futuro próximo, mas acretido que logo não poderemos viver sem eles.</p>
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